Patrimônio líquido de US$ 4,3 bilhões de Michael Jordan: como os negócios de marca e a propriedade da equipe construíram a fortuna

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O número é impressionante. US$ 4,3 bilhões. Esse é o número que a Forbes atribuiu a Michael Jordan em 2026, consolidando seu status não apenas como uma lenda do basquete, mas como um titã financeiro. A maior parte desse dinheiro não veio de seu salário na quadra, embora fosse bastante substancial. Veio dos acordos assinados muito depois de ele ter pendurado os tênis.

A base de sua riqueza repousa em endossos. Ele construiu um império com a Nike, é claro, a marca que transformou seu salto em um ícone global. Gatorade foi outro pilar, colocando a sua imagem em inúmeras garrafas e outdoors. Mas os endossos são apenas o motor. A verdadeira acumulação de riqueza aconteceu quando ele parou de jogar e passou a possuir.

Ele não apenas se interessou pelos negócios. Ele comprou o esporte em si. Jordan comprou o Charlotte Hornets em 2010. Ele manteve o controle majoritário por mais de uma década, dirigindo a franquia até vender sua participação em 2023. Essa saída foi provavelmente lucrativa, mas não foi sua única mudança para o esporte profissional.

Em 2020, ele expandiu seu portfólio para além do basquete. Ele foi cofundador da 23XI Racing, uma equipe da NASCAR Cup Series. É um tipo diferente de velocidade, um tipo diferente de base de fãs, mas o princípio permanece o mesmo: Jordan quer um pedaço da ação. Da pista de corrida à pista de stock car, ele tem consistentemente aproveitado seu nome para construir ativos que pagam dividendos muito depois de soar a campainha final.