Sigmund Freud definiu um século. Hoje, muitos dos seus conceitos fundamentais são vistos como cientificamente vazios e potencialmente prejudiciais. A mudança no consenso é gritante. Em 1996, a Ciência Psicológica afirmou que não há literalmente nada a ser dito científica ou terapeuticamente em favor de todo o sistema freudiano.
A maioria das pessoas pensa que conhece seu trabalho. Eles citam o Complexo de Édipo. Eles mencionam a mente inconsciente. O problema? Estas são teorias. Não fatos. Não há nenhuma ciência sólida que os apoie. Nenhum ensaio clínico os confirma. Freud generalizou suas descobertas a partir de uma amostra minúscula. Ele observou principalmente mulheres vienenses de meia-idade. Às vezes ele olhava para apenas uma pessoa.
Até mesmo sua psicologia infantil carecia de amplitude. Ele estudou apenas um filho, o pequeno Hans, ao longo de toda a sua carreira.
A obsessão sexual que rompeu parcerias
O foco de Freud nas origens sexuais das doenças mentais causou atrito. Seus colegas acharam isso excessivo. Josef Breuer, um colega próximo, encerrou a parceria por causa disso. Breuer argumentou que Freud ignorou outras causas de neuroses. Ele se recusou a olhar além das explicações sexuais.
Este não foi apenas um pequeno desacordo. Foi um choque fundamental de metodologia. Freud dobrou a aposta. Breuer foi embora.
Hoje, suas afirmações específicas sobre a sexualidade não se sustentam. As mulheres rejeitam a ideia da inveja do pênis. Os médicos não diagnosticam pacientes com estágios oral, anal, fálico, latente ou genital. A homossexualidade não é uma falha em conciliar a fase anal. Essas ideias estão desatualizadas.
Deslizes da língua são apenas erros
Superamos a ideia de que cada deslize verbal revela um trauma reprimido. Dizer que você está coletando “Tats for Tots” em vez de “Toys for Tots” não significa que você queira tatuar uma criança. É apenas um deslize. Nenhum significado inconsciente é necessário.
Química Cerebral vs. Terapia da Fala
Sabemos mais sobre a química do cérebro agora. Na década de 1950, a psicanálise era o principal tratamento para a depressão. Hoje temos medicamentos. Eficazes. A paisagem mudou.
O legado de Freud é complexo. É fundamental, sim. Mas não é preciso. A psicologia moderna depende de evidências. Não anedotas. Não Viena. Não o século XIX.
























